ISBN-13: 9783639897760 / Portugalski / Miękka / 2013 / 276 str.
A pesquisa relatada nas paginas deste livro foi realizada no bairro Forte Sao Joao, em Vitoria, capital do Espirito Santo. Atraves de grupos narrativos formados por moradores, efetuamos uma escuta a vida que e tecida nesse territorio e cartografamos redes que essa populacao forja com as politicas sociais. Vamos, ao longo do texto, acompanhar funcionamentos frios e quentes dessas redes e sua ressonancia na ampliacao ou restricao da experiencia do publico no cotidiano dessas politicas. As analises aqui empreendidas se fizeram no entrecruzamento dos aportes teoricos advindos, principalmente, dos trabalhos de Foucault, Certeau, Deleuze e Guattari e de outros pesquisadores do campo das politicas sociais, como Eduardo Passos e Regina Benevides, que contribuiram na analise dos processos que atravessam essas politicas em tempos de focalizacao. Esse estudo pretendeu ressaltar que, no cotidiano da vida de populacoes que sao identificadas pela nocao de pobreza, forjam-se exercicios de resistencia que podem fazer variar politicas que a esse publico se destinam, desestabilizando naturalizacoes."
A pesquisa relatada nas páginas deste livro foi realizada no bairro Forte São João, em Vitória, capital do Espírito Santo. Através de grupos narrativos formados por moradores, efetuamos uma escuta à vida que é tecida nesse território e cartografamos redes que essa população forja com as políticas sociais. Vamos, ao longo do texto, acompanhar funcionamentos frios e quentes dessas redes e sua ressonância na ampliação ou restrição da experiência do público no cotidiano dessas políticas. As análises aqui empreendidas se fizeram no entrecruzamento dos aportes teóricos advindos, principalmente, dos trabalhos de Foucault, Certeau, Deleuze e Guattari e de outros pesquisadores do campo das políticas sociais, como Eduardo Passos e Regina Benevides, que contribuíram na análise dos processos que atravessam essas políticas em tempos de focalização. Esse estudo pretendeu ressaltar que, no cotidiano da vida de populações que são identificadas pela noção de pobreza, forjam-se exercícios de resistência que podem fazer variar políticas que a esse público se destinam, desestabilizando naturalizações.