ISBN-13: 9783841702333 / Portugalski / Miękka / 2015 / 148 str.
Esta obra e dividia em duas partes. Na primeira temos um panorama historico da sociedade na passagem do seculo XX ao XXI e das complexas mudancas economicas, sociais e culturais que forjaram a sociedade contemporanea e as relacoes entre empresas, empregados e consumidores. E um tanto quanto extensa, mas importante para compreender o caminho que a pesquisadora percorreu para analisar as praticas das assessorias de comunicacao de empresas, sindicatos, poder publico, terceiro setor e o suporte web, no inicio da sua disseminacao. Na Parte II, tendo como pano de fundo o inicio da Responsabilidade Social Empresarial no Brasil, a autora analisa e critica algumas praticas no pais, pois percebe a fragilidade desta inversao de papeis entre Empresas e Estado, pois preocupa-se com uma repentina mudanca no interesse das empresas pelo tema. E alerta que se nao houver o empoderamento real e consciente dos cidadaos consumidores, a RSE pode acomodar o Estado e abafar as ONGs, causando estagnacao e nao avanco. Critica tambem o ativismo social de muitas empresas que estao mais preocupadas a propaganda institucional do que com o marketing social.
Esta obra é dividia em duas partes. Na primeira temos um panorama histórico da sociedade na passagem do século XX ao XXI e das complexas mudanças econômicas, sociais e culturais que forjaram a sociedade contemporânea e as relações entre empresas, empregados e consumidores. É um tanto quanto extensa, mas importante para compreender o caminho que a pesquisadora percorreu para analisar as práticas das assessorias de comunicação de empresas, sindicatos, poder público, terceiro setor e o suporte web, no início da sua disseminação. Na Parte II, tendo como pano de fundo o início da Responsabilidade Social Empresarial no Brasil, a autora analisa e critica algumas práticas no país, pois percebe a fragilidade desta inversão de papéis entre Empresas e Estado, pois preocupa-se com uma repentina mudança no interesse das empresas pelo tema. E alerta que se não houver o empoderamento real e consciente dos cidadãos consumidores, a RSE pode acomodar o Estado e abafar as ONGs,causando estagnação e não avanço. Critica também o ativismo social de muitas empresas que estão mais preocupadas a propaganda institucional do que com o marketing social.