ISBN-13: 9783639687453 / Portugalski / Miękka / 2014 / 164 str.
Acreditamos que nos varios discursos produzidos em situacao de interacao pelos sujeitos, as palavras utilizadas possuem sentidos multiplos nas mais diferentes situacoes. Essa heterogeneidade possibilitada pela linguagem permite a instauracao da ambiguidade, pois um mesmo termo pode difundir diferentes sentidos dependendo da situacao na qual esta inserido, mas a concretizacao de um ou de outro sentido somente se realiza em situacao de lingua em uso, ou seja, em situacao de enunciacao. Portanto, partindo do pressuposto de que a significacao de uma palavra e dada pela situacao e pelas circunstancias em que e empregada, nosso objetivo e realizar um estudo sobre a presenca da ambiguidade em textos publicitarios, pensada e discutida a partir da relacao de forma e sentido, abordada pelo linguista frances Emile Benveniste. Para essa teoria, apropriar-se da lingua e enunciar, fazer uso do aparelho formal da enunciacao, dos mecanismos de emprego da lingua. E ao enunciar, o locutor constitui nao so a si mesmo como sujeito, mas tambem a um tu, num espaco aqui e num tempo agora, em relacao a um ele, ou seja, o sujeito constitui a si mesmo e a sua realidade a cada enunciacao."
Acreditamos que nos vários discursos produzidos em situação de interação pelos sujeitos, as palavras utilizadas possuem sentidos múltiplos nas mais diferentes situações. Essa heterogeneidade possibilitada pela linguagem permite a instauração da ambiguidade, pois um mesmo termo pode difundir diferentes sentidos dependendo da situação na qual está inserido, mas a concretização de um ou de outro sentido somente se realiza em situação de língua em uso, ou seja, em situação de enunciação. Portanto, partindo do pressuposto de que a significação de uma palavra é dada pela situação e pelas circunstâncias em que é empregada, nosso objetivo é realizar um estudo sobre a presença da ambiguidade em textos publicitários, pensada e discutida a partir da relação de forma e sentido, abordada pelo linguista francês Émile Benveniste. Para essa teoria, apropriar-se da língua é enunciar, fazer uso do aparelho formal da enunciação, dos mecanismos de emprego da língua. E ao enunciar, o locutor constitui não só a si mesmo como sujeito, mas também a um tu, num espaço aqui e num tempo agora, em relação a um ele, ou seja, o sujeito constitui a si mesmo e à sua realidade a cada enunciação.