ISBN-13: 9786130170950 / Portugalski / Miękka / 2015 / 180 str.
Nesta obra, Rafael Voigt Leandro discute o projeto literario amazonico de Alberto Rangel esbocado nas obras "Inferno Verde" (1908) e "Sombras n'agua" (1913). Ha varias evidencias de que esse projeto de Rangel possui consonancia com aquele delineado por Euclides da Cunha em sua experiencia na Amazonia. Alem de apresentar breve retrospectiva da historia da literatura amazonica, para compreender de que maneira Euclides e Rangel dialogam com essa dimensao da cultura brasileira, o autor analisa o plano estetico-literario do trabalho de Euclides, a fim de comparar e extrair caracteristicas estilisticas da literatura amazonica de Alberto Rangel, que alia tambem arte e ciencia, binomio da literatura euclidiana. Ao final, procede a uma leitura hermeneutica das narrativas de "Inferno Verde" e "Sombras n'agua," indicando os diferentes matizes do projeto literario de Rangel. Este livro e uma boa porta de entrada para os interessados em compreender as representacoes literarias da Amazonia no inicio do seculo 20."
Nesta obra, Rafael Voigt Leandro discute o projeto literário amazônico de Alberto Rangel esboçado nas obras "Inferno Verde" (1908) e "Sombras nágua" (1913). Há várias evidências de que esse projeto de Rangel possui consonância com aquele delineado por Euclides da Cunha em sua experiência na Amazônia. Além de apresentar breve retrospectiva da história da literatura amazônica, para compreender de que maneira Euclides e Rangel dialogam com essa dimensão da cultura brasileira, o autor analisa o plano estético-literário do trabalho de Euclides, a fim de comparar e extrair características estilísticas da literatura amazônica de Alberto Rangel, que alia também arte e ciência, binômio da literatura euclidiana. Ao final, procede a uma leitura hermenêutica das narrativas de "Inferno Verde" e "Sombras nágua", indicando os diferentes matizes do projeto literário de Rangel. Este livro é uma boa porta de entrada para os interessados em compreender as representações literárias da Amazônia no início do século 20.