ISBN-13: 9783639699449 / Portugalski / Miękka / 2014 / 596 str.
Este livro consubstancia profunda pesquisa sobre os variados aspectos da linguagem e timbra-se na Linguistica Geral e Aplicada, na Filologia, na Filosofia, na Historia. Trata a lingua oral, em seus diversos niveis, e a lingua escrita, desde a burocratica ate a literaria, com os seus gradientes. Para alem disso, que ja constituiria empreitada valiosa, o autor que e gramatico, linguista, tradutor de ingles, frances, alemao, italiano, espanhol, latim e grego classico, estudioso de russo e mandarim, escritor e filologo, com formacao no Brasil e Europa detem-se sobretudo na relacao que a linguagem ocasiona entre o homem psiquico-social e seu pensamento, e localiza tal pensamento em suas perspectivas de aquisicao, formulacao, construcao, desenvolvimento, transferencia, interacao e transformacao conceptual. Marcelo toma a lingua portuguesa como guia demonstrativo de sua hipotese cognitivo-social, perscrutando-a detalhadamente nos ambitos discursivo e gramatical, pelo aparato metodologico que vai de Platao, Aristoteles, Descartes, Newton, Kant, Chomsky ate Wittgenstein, Maingueneau, Roudinesco, Ducrot, Husserl, Lacan, Freud, Bakhtin e Saussure, sempre sob a egide da dialetica de Hegel."
Este livro consubstancia profunda pesquisa sobre os variados aspectos da linguagem e timbra-se na Linguística Geral e Aplicada, na Filologia, na Filosofia, na História. Trata a língua oral, em seus diversos níveis, e a língua escrita, desde a burocrática até a literária, com os seus gradientes. Para além disso, que já constituiria empreitada valiosa, o autor − que é gramático, linguista, tradutor de inglês, francês, alemão, italiano, espanhol, latim e grego clássico, estudioso de russo e mandarim, escritor e filólogo, com formação no Brasil e Europa − detém-se sobretudo na relação que a linguagem ocasiona entre o homem psíquico-social e seu pensamento, e localiza tal pensamento em suas perspectivas de aquisição, formulação, construção, desenvolvimento, transferência, interação e transformação conceptual. Marcelo toma a língua portuguesa como guia demonstrativo de sua hipótese cognitivo-social, perscrutando-a detalhadamente nos âmbitos discursivo e gramatical, pelo aparato metodológico que vai de Platão, Aristóteles, Descartes, Newton, Kant, Chomsky até Wittgenstein, Maingueneau, Roudinesco, Ducrot, Husserl, Lacan, Freud, Bakhtin e Saussure, sempre sob a égide da dialética de Hegel.